quarta-feira, 24 de junho de 2015

Rio+Social promove o Circuito de Projeções e Debates “Direitos Humanos em Cena” em 17 territórios pacificados

Até o dia 10 de julho, 17 territórios pacificados receberão o Circuito de Projeções e Debates “Direitos Humanos em Cena”, uma ação do programa Rio+Social com o apoio da Secretaria Nacional de Direitos Humanos (SNDH) e diversos parceiros. O evento utiliza filmes e material disseminado pela SNDH para promover atividades em parceria com ONGs, espaços comunitários e outras instituições locais, exibindo os filmes e organizando debates, palestras e rodas de conversa sobre o tema.

O programa Rio+Social recebeu kits do projeto Democratizando, iniciativa integrante da 9ª Mostra Cinema e Direitos Humanos no Hemisfério Sul da SNDH, e redistribuiu nos territórios. Os filmes estimulam o debate sobre os Direitos Humanos em âmbito nacional. Fazem parte do pacote os títulos: “A Vizinhança do Tigre”, de Affonso Uchoa; “Cabra Marcado pra Morrer”, de Eduardo Coutinho, “Pelas Janelas”, de Carol Perdigão, Guilherme Farkas, Sofia Maldonado e Will Domingos; “Que Bom te Ver Viva”, de Lúcia Murat; “Rio Cigano”, de Júlia Zakia; e “Sophia”, de Kennel Rógis.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Favelas cariocas têm mais de 360 km de vias mapeadas

Uma parceria entre a Diretoria de Informações da Cidade (DIC) com o Programa Rio+Social aumentou em quase cinco vezes a malha de ruas, escadarias, becos e vielas identificadas em comunidades pacificadas no Rio de Janeiro. O trabalho, que se chama Mapeamento de Logradouros, é um dos carros-chefe do Instituto Pereira Passos (IPP). A ação é uma iniciativa da DIC, que ganhou o apoio dos agentes de campo do Rio+Social para realização da checagem in loco, tornando o processo de inclusão destas áreas nos mapas oficiais da cidade mais fiel à realidade.

A DIC tem especial interesse no mapeamento de favelas e apoia iniciativas nessa área. Um exemplo disso é o Guia de Ruas da Maré, uma ação da ONG Redes de Desenvolvimento da Maré que contou com colaboração da diretoria. Neste território foi feito um trabalho de mapeamento pela ONG com uso da base de logradouros e ortofotos (conjunto de fotografias aéreas ortorretificadas, isto é, corrigidas de forma a eliminar as distorções, realizadas em sobrevoos) da cidade, produzidas pelo IPP em 2011, muito antes da ocupação do Exercito para fins do processo de pacificação. A revisão dessa base chegou ao instituto no final de 2014 e já está incorporada ao Cadastro Único de Logradouros.