*Cobertura em conjunto com Ciro Cavalcante e Ruy Machado.
A greve dos rodoviários prejudicou durante toda a quinta-feira cerca de 1,5 milhão de pessoas nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Tanguá, que não puderam sair de suas casas para o trabalho e muitos outros compromissos.
Devido à paralisação, várias escolas, postos de saúde e comércios não abriram as portas por falta de funcionários. A greve também deixou o trânsito caótico. Apesar do noticiários da imprensa, a maioria da população foi pega surpresa e só percebeu que não havia transporte quando chegou nos pontos de ônibus.
TRT obriga ida de coletivos às ruas - Para garantir a determinação da desembargadora Mery Bucker Caminha, do Tribunal Regional do Trabalho, de que 40% do efetivo de trabalhadores teriam que garantir o atendimento à população, o Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Setrerj) informou, em nota, que todos os esforços para minimizar os prejuízos à população foram realizados.
As próprias empresas enviaram automóveis e carros de serviços para buscar em casa os rodoviários designados para dirigir, já que até eles estariam encontrando dificuldades para chegar ao trabalho, por também dependerem do transporte público.
Matéria publicada em 29 de março de 2012 no Jornal O Fluminense, disponível no site.
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