O Programa Somando Forças – Mais Saúde, lançado na última quarta-feira pelo Governo do Estado no Palácio Guanabara, reúne quatro projetos: a renovação dos dois Programas de Apoio a Hospitais do Interior (PAHI), o lançamento do Programa de Apoio à Unidade de Terapia Intensiva dos hospitais da Região Metropolitana e do Programa de Apoio às Salas de Estabilização para os municípios do Rio de Janeiro.
O investimento do Estado será de R$ 128 milhões ao longo de 2012. Estiveram no evento o secretário Sérgio Côrtes, o governador Sérgio Cabral, o vice Luiz Fernando “Pezão” e diversos prefeitos.
Entre os hospitais que receberão o Programa de Apoio à Unidade de Terapia Intensiva na Região Metropolitana II estão: em Niterói o Hospital Orêncio de Freitas, Hospital Getúlio Vargas Filho, Hospital Municipal Carlos Tortelly, Instituto de Urologia e Nefrologia LTDA. (IUN) e o Procordis. Em São Gonçalo, a Casa de Saúde São José e Hospital Clínica São Gonçalo.
Em Itaboraí o Hospital Municipal Desembargador Leal Junior e em Rio Bonito o Hospital Regional Darcy Vargas. O PAHI 1 cobre municípios de pequeno porte com até 115.000 habitantes e o PAHI 2 Regional é voltado para cidades que atendam outras em suas unidades de saúde, sendo uma referência para a sua região.
O Governo do Estado vai investir cerca de R$ 900 milhões nos próximos anos na construção de nove unidades de saúde no Rio de Janeiro. Serão construídos quatro centros de trauma, uma maternidade, um hospital de oncologia, um centro de imagem, um centro de pesquisa, um hospital geral e um hospital de cuidados intensivos. Ao todo, serão oferecidos 1.790 novos leitos.
Para a Região Metropolitana II, que compreende Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e outros 15 municípios, o secretário Sérgio Côrtes destaca a inauguração em junho do Centro de Politraumatismo do Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, as obras do Novo Hospital Azevedo Lima com espaço cedido pelo Batalhão de Polícia Rodoviária e a implosão do Hospital Santa Mônica, prevista para 29 de abril, uma obra de 18 meses que deve entregar no primeiro semestre de 2014 um Centro de Diagnóstico por Imagem, o “Rio-Imagem 2”, orçado em R$ 25 milhões.
O secretário Sérgio Côrtes se anima com a obra em São Gonçalo. “Não existe nada ainda no Brasil como esse serviço. Para se ter uma ideia é igual ao que a gente vê em filme, a sala de emergência fica ao lado do tomógrafo, assim nós podemos diminuir o tempo de transferência desses pacientes”, declara.
Implosão - O trabalho de implosão do Hospital Santa Mônica é tratado com especial cuidado em um diálogo entre Prefeitura de Niterói e a Secretaria estadual de Saúde. “Tem muita coisa que precisa ser feita, como o tráfego vai ser desviado, o comércio que tem por perto. A unidade vai ser muito semelhante no quesito infraestrutura e equipamentos, só a estrutura que vai ser diferente porque ali é uma ladeira, mas vai ser muito semelhante ao Rio Imagem que tem na Presidente Vargas, no Rio'', disse Côrtes.
Matéria publicada em 28 de março de 2012 no Jornal O Fluminense, disponível no site.
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